Equinócio de Outono - São Miguel de Odrinhas
Momentos com o Mestre - Visita ao Templo de Lug
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«Sintra é um local muito especial. Costumo levar-vos a locais de poder e Sintra é um deles», João Camacho, Yôgachárya
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De visita ao Templo de Lug, em São Miguel de Odrinhas. Na foto: Inst.ª Cristina Pires, Inst.ª Anabela Silva, João Camacho, Prof. Vítor Antunes, Inst. Júlio Silva com a filha ao colo, a Petra.
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Árvore-mãe. Antes do acesso àquela, um portal que abre uma passagem. Antes do portal uma pedra de oferendas. «O ensino do Yôga é mais de molde a ser vivenciado do que a ser aprendido.» João Camacho, Yôgachárya
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«O sádhaka participa com a sua sensibilidade, imaginação, intuição, com o próprio corpo, num processo de metamorfose.» João Camacho, Yôgachárya
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«O objectivo é o conduzir o sádhaka, (...) a uma purificação e harmonia pacificadora com o macrocosmos e consigo próprio, o microcosmos.» João Camacho, Yôgachárya
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João Camacho dá instruções, aos instrutores, sobre mantra. «Quem inicia o trabalho da transformação é o próprio sádhaka, quem inicia a aprendizagem é o próprio sádhaka e não o Mestre.» João Camacho, Yôgachárya,
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João Camacho, Yôgachárya, transmitindo o conhecimento aos seus discípulos.
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Uma deusinha, a Petrinha, a ser adorada. O Prof. Vítor a vivenciar o local, com serenidade. «O contacto com os locais de poder, permite-nos que sejamos guiados a uma experiência única.» João Camacho, Yôgachárya
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A boa disposição e o humor é uma constante entre os instrutores de SwáSthya Yôga. «O Mestre procura criar contextos, devidamente controlados, para que o sádhaka possa sair, sem risco, da sua zona de conforto, para lhe proporcionar evolução.» João Camacho
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- «O nosso corpo é a forja dos ferreiros, o nosso corpo é o crisol dos alquimistas. E neste, no mais profundo deste, está a energia do fogo. E só modificando, transformando (Shiva o destruidor) o modelo estrutural da nossa personalidade poderemos alcançar esse fogo e conduzi-lo com sapiência.» João Camacho, Yôgchárya
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«O Mestre aponta o caminho e fornece o contexto para a aprendizagem.» João Camacho, Yôgachárya
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A despedida do Sol. Esta passeio/prática foi no equnócio do Outono. «Volta-se desses locais, como já o terás sentido, com uma nova capacidade de percepção, com uma nova capacidade de estruturar o real.» João Camacho, Yôgachárya
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- Um circulo de pedras dançará, quando o bháva é intenso? «Nessas visitas a esses locais, expomo-nos a uma forte presença de prána na atmosfera, desencadeamos uma intensa ligação com arquétipos da nossa tradição, dissolvemos limitações que nos são impostas pelo ego e estimulamos fortemente o nosso corpo energético e abrimos canais para a intuição.» João Camacho, Yôgachárya
- O bosque que esconde/protege este local antigo.«É de uma tradição muito antiga fazer estes mergulhos no subtil no interior de florestas densas.» João Camacho, Yôgachárya
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- «As visitas e as práticas a estes locais devem ser centradas numa ideia de auto-superação, conseguirmos ir além das limitações impostas pelo ego e pela moral utilitária. Devemos conseguir ir até um estado de empatia como o que descreveste nas tuas palavras – comunhão com a terra.» João Camacho, Yôgachárya

